Sairé 2016

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Sairé 2016

O Sairé 2016 acontecerá de 15 a 19 de setembro. Brevemente divulgaremos a programação completa. Escolha uma pousada e garanta a sua vaga!

Passeio de barco

Alter do Chão Incrível

Alter do Chão Incrível

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Seja muito bem-vindo!

Alter do Chão foi eleita pelo jornal inglês The Guardian a mais bela praia do Brasil. O título é justo. As praias de Alter do Chão têm areias branquinhas e a água doce e cristalina do Rio Tapajós. É lindo!

Mas, além das praias, Alter do Chão tem outras belezas, outros espetáculos. O encontro do Rio Tapajós com o Rio Amazonas, onde as águas não se misturam; o Lago do Maicá, com seu espelho d'água e lindos pássaros; a Floresta Nacional do Tapajós e suas comunidades ribeirinhas super acolhedoras...

Venha se surpreender com as experiências que Alter do Chão pode te proporcionar!


Alter do Chão, quem conhece jamais esquece [Documentário]

Gastronomia de Alter do Chão

A gastronomia de Alter do Chão é riquíssima no sabor. Nossos restaurantes exploram com primazia os temperos da Amazônia. Nos pratos, há peixes como pirarucu, tambaqui, tucanaré e filhote, entre outros.

Há outros pratos que fazem sucesso, como o strogonoff de caju, do Bistrô Vegetariano Siriá, da Betânia, e o pato no tucupi do Poitára Restaurante.

Os hambúrgueres são muito elogiados, inclusive os vegetarianos do Restaurante Arco-íris da Amazônia.

Na alta temporada, é bom se prevenir. O atendimento pode demorar um pouco. Então, chegue cedo e experimente os deliciosos sucos cremosos e caipirinhas com frutas da região. São uma delícia!

Alguns restaurantes abrem de quinta a segunda, outros, todos os dias. Então, seja qual for o momento, sempre haverá um bom restaurante esperando por você.

Clima em Alter do Chão

O clima predominante em Alter do Chão é quente e úmido, com pouca variação de temperatura durante o ano. A temperatura média anual varia de 25º a 28ºC. A média da umidade relativa do ar é de 86%.

A maior intensidade das chuvas é no inverno, entre dezembro e maio. O verão, entre junho e novembro, é mais seco.

História de Alter do Chão

Pré-história

Muitas pistas indicam que a região onde fica Alter do Chão foi ocupada há muito tempo e teve uma rica civilização, antes da era colonial. As mais antigas pinturas rupestres nas rochas de Monte Alegre podem ter sido feitas há mais de 10 mil anos. Sambaquis achados na Fazenda Taperinha são de 8 mil anos atrás e, em muitas áreas mais altas se encontra "terra preta do índio", os solos mais férteis da Amazônia.

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Pinturas rupestres encontradas em Monte Alegre, próximo a Alter do Chão


A Cultura Tapajoara teve início há cerca de 5 mil anos. A cerâmica encontrada revela que se tratava de uma civilização avançada. Estudos em curso na região de Santarém mostram que os relatos de Francisco de Orellana de uma Amazônia com cidades densamente povoadas "até longe do rio" não foram fantasia. Estão sendo descobertos vestígios de assentamentos grandes, com grandes reservatórios de água.

Colonização

Os índios Tapajós ou Tapaius tiveram o primeiro contato com os colonizadores em 1542, quando Francisco de Orellana saqueou suas plantações. Em 1626, Pedro Teixeira chegou a negociar com os índios. Mas Bento Maciel, em 1639, atacou e dizimou a aldeia.

Em 1661, Padre Bettendorff instalou a primeira missão católica na aldeia dos Tapajós, mas somente em 1697 foi construída a estratégica fortaleza.

Em 1758, a aldeia foi elevada à categoria de Vila e passou a ser chamada Santarém. A Vila, pela sua posição estratégica, virou um importante entreposto do comércio das drogas de sertão e prosperou.

Cientistas, Cabanos, Confederados e um Ladrão

Com a chegada dos naturalistas Von Spix e Von Martius, em 1819, a ciência passou a se interessar pela Amazônia. Os dois gostaram muito da região do Tapajós, que marcou para sempre a memória de Martius, que quase se afogou durante uma tempestade.

A Cabanagem, revolta popular que reduziu a população do Pará em mais de 30%, fervia no Tapajós, antes da tomada de Belém do Pará e continuou depois de sua reconquista. Um dos maiores focos da rebelião foi em Cuipiranga, onde até hoje se acham bolas de canhão de madeira.

Santarém foi elevada à categoria de "cidade" em 1848. No ano seguinte, os cientistas Henry Bates, Richard Spruce e Alfred Russell Wallace chegaram à cidade. Bates ficou por aqui por quatro anos e suas aventuras estão descritas no clássico "Um Naturalista no Rio Amazonas".

Pouca gente sabe que os Confederados criaram uma pequena colônia em Santarém. Chegaram em 1868 e se estabeleceram na região de Piquiá-tuba. Seus descendentes ainda vivem lá, como evidenciam seus nomes: Vaughan, Riker, Jennings e Rhome. Em 1871, os Confederados colaboraram com novo vizinho chamado Henry Wickham, que mais tarde ficaria conhecido como o "ladrão das sementes de borracha". Após cinco anos na região, Wickham levou 70 mil sementes de borracha para fora do Brasil, o que, 30 anos mais tarde, derrubaria o mercado de borracha na Amazônia.

Era Moderna

Em 1928, Henry Ford criou uma completa infraestrutura de cidade para abrigar os colaboradores do seu projeto de produção de borracha na Amazônia. Primeiro em Fordlândia, depois em Belterra (1933).

Em 1945, Ford abandonou o projeto. Ford somente conseguira produzir 750 toneladas de borracha, apenas 2% das 36.000 desejadas. O prejuízo foi de cerca de US$ 200 milhões. Hoje, Fordlândia é uma cidade fantasma, mas Belterra mantém-se viva como uma legítima e charmosa cidade americana.

Alter do Chão
Vila de casas construída por Henry Ford


Com a construção da rodovia Cuiabá/Santarém, em 1973, e do Aeroporto Wilson Fonseca, em 1980, a região de Tapajós tornou-se acessível e cresceu. Em Curuá-Una, em 1977, foi inaugurada a primeira hidrelétrica da Amazônia.

Alter do Chão - Guia Turístico

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